Joselito Tanios Hajjar, Advogado

Joselito Tanios Hajjar

Londrina (PR)

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Direito Civil, 50%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito Constitucional, 50%

É o ramo do direito público interno dedicado à análise e interpretação das normas constitucionais...

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Joselito Tanios Hajjar, Advogado
Joselito Tanios Hajjar
Comentário · há 12 anos
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Os advogados procuradores do INSS ganham aproximadamente 20 mil por mês (se não for 30), pra negar os direitos dos "coitadinhos".
O "coitadinho" vai na agência do INSS e é atendido por pessoas que ganham aproximadamente 12 mil, donde vivem uma realidade bastante distante do infeliz e tratam-no com uma frieza nórdica, utilizando-se de termos rabuscados e técnicos.
Daí o "coitadinho" procura um advogado privado que tem que pagar despesas de escritório, anuidade, gasolina, telefone, etc, etc, etc, e pede ajuda.
Se for cobrar pela tabela da OAB o "coitandinho" não consegue pagar, daí a única forma que o advogado poder receber pelos seus serviços é através do futuro benefício (que o "coitadinho" não tem e não terá se não ajuizar).
O erro de alguns colegas é estabelecer percentual, tendo em vista que não se sabe o tempo que vai demorar a ação e quanto terá de retroativo.
Nem cogito aquela conversa dos 100%. Que me desculpem aqueles personagens que apareceram no Fantástico, mas aqui na minha região sou capaz de apostar que nenhum cidadão com as faculdades normais, mesmo que humilde, aceita me dar 100%.
Pautemos no que cobrou 50%. E se o retroativo for apenas R$ 4.000,00? Não seria melhor ele ter estabelecido um contrato de 3 mil, podendo até acrescentar 20% sobre o retroativo?
EM TEMPO: Aqueles 2 anos de retroativo divulgado no Fantástico só aconteceu porque o procurador do INSS contestou os direitos do "coitadinho" e tentou convencer o juiz federal que ele não merece é nada. O advogado "malvado" por sua vez se vê obrigado a impugnar aquela contestação de forma herculana, tendo em vista a diferença de armas entre ele e o aparelho jurídico do INSS, que cria inúmeras dificuldades pra deixar o "coitadinho" à míngua.
A falsa impressão dada pelo Fantástico que aquele referido retroativo era líquido e certo do "coitadinho", cai por terra diante essa realidade.,
É isso que os representantes da OAB têm que dizer quando são provocados pelos repórteres. Condenar sim atitudes reprováveis sob o ponto de vista ético do caso concreto, porém, desarmar pelo menos um pouco a lona do circo da matéria de cunho sensacionalista como foi àquela.
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